O sarampo voltou a circular na América do Sul e acendeu o alerta no Brasil. Só na Bolívia, já foram 229 casos em 2025, e 22 casos importados já foram confirmados por aqui, principalmente no Tocantins. O vírus é altamente contagioso e pode infectar até 90% das pessoas próximas que não estiverem vacinadas.
Mesmo com o Brasil certificado como país livre da doença, a baixa cobertura vacinal e os movimentos antivacina aumentam o risco de retorno. A OMS alerta que a Europa também registrou aumento recorde de casos em 2024, mostrando que o sarampo não está completamente controlado no mundo.
Os sintomas incluem manchas no corpo, febre alta, tosse, conjuntivite e falta de apetite. A doença pode evoluir para complicações graves, como pneumonia, encefalite e desidratação. Por isso, a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção e proteção da população.
A tríplice viral, disponível na rede pública, protege contra sarampo, rubéola e caxumba. Crianças recebem duas doses aos 12 e 15 meses, enquanto adultos não vacinados devem tomar uma ou duas doses conforme a idade. Manter a vacinação em dia é essencial para evitar a volta de doenças já eliminadas no país.