O mundo ainda sente os impactos da pandemia de covid-19, mas especialistas já monitoram novas ameaças virais em 2026. Fatores como aquecimento global, alta circulação internacional e crescimento populacional têm favorecido a evolução e a propagação de patógenos. O cenário é de atenção redobrada por parte das autoridades sanitárias.
Entre os vírus que mais preocupam estão o H5N1, conhecido como gripe aviária, o mpox e o vírus Oropouche. O H5N1 já foi identificado em mamíferos e registrou casos em humanos, aumentando o temor de uma eventual adaptação para transmissão sustentada entre pessoas.
O vírus Oropouche tem avançado no Brasil e já foi responsável por mortes confirmadas, além de investigações sobre possíveis complicações em gestantes. Sem vacina ou tratamento específico, a doença preocupa pelo potencial de expansão, inclusive com registros fora da América Latina.
Já o mpox segue circulando globalmente com duas variantes, incluindo uma considerada mais severa. Especialistas reforçam que não há motivo para pânico, mas alertam para a importância da vigilância epidemiológica, vacinação e resposta rápida diante de novos surtos.