Os radares eletrônicos de fiscalização em rodovias federais estão desligados desde 1º de agosto por falta de repasse do Governo Federal. A ausência dos equipamentos preocupa especialistas em segurança viária e pode contribuir para o aumento de acidentes em trechos sem monitoramento.
Segundo o supervisor da Transalvador, José Hage Cardoso e Silva, os limites de velocidade são definidos após estudos técnicos que levam em conta topografia e histórico de acidentes. “Ultrapassar esse limite coloca o condutor em situação de risco, aumentando a chance e a gravidade das colisões”, explicou.
O especialista alerta que a ausência dos radares pode elevar o número de vítimas feridas e fatais. Ele lembra ainda que o excesso de velocidade continua sujeito a multas e pontos na CNH, mesmo sem os equipamentos em funcionamento.
José Hage reforça cuidados básicos: respeitar a sinalização, revisar o veículo, usar cinto de segurança em todos os assentos e nunca dirigir cansado ou sob efeito de álcool e medicamentos que comprometam os reflexos.