Um grupo de parlamentares criticou, na terça-feira (24), o presidente Lula (PT) por não sancionar o Projeto de Lei que criaria dia da Amizade entre Brasil-Israel, que teve o prazo encerrado na última sexta-feira (20). “O gesto, ainda que dentro das prerrogativas legais, carrega um forte simbolismo político, especialmente em um momento delicado no Oriente […]
Um grupo de parlamentares criticou, na terça-feira (24), o presidente Lula (PT) por não sancionar o Projeto de Lei que criaria dia da Amizade entre Brasil-Israel, que teve o prazo encerrado na última sexta-feira (20).
“O gesto, ainda que dentro das prerrogativas legais, carrega um forte simbolismo político, especialmente em um momento delicado no Oriente Médio”, disse o deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG), que é membro do Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Israel.
Os parlamentares destacaram o histórico de amizade entre os governo brasileiros e israelenses e que essa relação é pautada em cooperação, respeito mútuo e contribuição com da comunidade judaica para o desenvolvimento do Brasil.
“O problema do governo brasileiro é com o governo de Israel ou com os israelenses? É fundamental que a diplomacia brasileira continue a distinguir divergências políticas de relações humanas e institucionais que promovem a paz, a cooperação e a amizade entre as nações”, disse o deputado.
A Constituição aponta que o presidente do Brasil tem 15 dias para sancionar ou vetar um projeto aprovado no Congresso. Caso isso não aconteça, fica a critério do presidente do Senado, neste caso, Davi Alcolumbre (União Brasil-Ap), que é judeu.
Fonte: Bnews